Perfis do SAMU: Coordenador do setor de compras diz que a instituição mudou completamente a sua vida

O coordenador do setor de compras do SAMU, Thiago Rafael Aguiar Marques, de 32 anos, é natural de Caculé na Bahia, filho da Luciene Aguiar da Silva Marques e do Rafael Marques da Silva, ambos autônomos, teve uma infância bem simples, onde sempre lutou para ser um homem realizado profissionalmente.

Thiago trabalha no SAMU há quase sete anos, ele disse que tentou o concurso em 2013 e conseguiu passar, onde trabalhou três anos como técnico administrativo e depois foi convidado para trabalhar no setor de compras, que hoje é o coordenador há três anos e meio.

“Havia passado no concurso da prefeitura, onde trabalhei durante um ano. Quando surgiu o concurso do SAMU, instituição grandiosa, não hesitei em fazer minha inscrição e acabei passando, fiquei muito feliz e realizado”, diz ele.

O Thiago disse ainda que o SAMU significa muito para ele e que depois que entrou na instituição sua vida mudou completamente.

“Graças a Deus consegui me estabilizar, comprei um carro, uma casa e o mais importante, foi lá onde conheci a minha esposa, a Francyele Oliveira ”, conta sorrindo. 

Texto escrito por Letícia Fernandes

SAMU faz atendimento de um homem que perdeu a perna, após engancha-la em uma máquina agrícola na zona rural de Catuti

Um homem de 55 anos ficou gravemente ferido depois de prender a perna em uma máquina de triturar ração na Comunidade Língua D’água, em Catuti, na tarde deste domingo (05 de abril).

O técnico em enfermagem da equipe de suporte básico do SAMU de Mato Verde, Cristiano Mendes que trabalhou na ocorrência, disse que foram acionados e no local onde era uma plantação de sorgo, foi feito os primeiros atendimento e estabilização da vítima.

“Tivemos o auxílio do suporte avançado de Janaúba e pedimos o apoio do Suporte Aéreo Avançado de Vida de Montes Claros que ajudou a desmontarmos a máquina para retirar o membro preso que já estava amputado”, diz Cristiano.

Ainda segundo o técnico, a vítima contou que foi puxar com o pé uma folha que enganchou na máquina que acabou puxando a sua perna. Ele foi encaminhado para a Santa Casa de Montes Claros.

Texto escrito por Letícia Fernandes

SAMU recebe solidariedade de entidades da sociedade civil

A pandemia de Covid-19, como não poderia deixar de ser, tem despertado a solidariedade dos brasileiros. Em virtude da epidemia que teve início na Ásia, as instituições de saúde têm encontrado dificuldades em encontrar fornecedores de materiais extremamente importantes para o atendimento às vítimas como o álcool 70%, máscaras cirúrgicas e do tipo N95, além de protetores faciais que são utilizadas no manuseio dos pacientes.

Assim, empresas e entidades organizadas da sociedade civil têm tomado iniciativas solidárias.  O grupo Ser(tão) Solidário, por exemplo, está produzindo de forma artesanal protetores faciais e doando para instituições públicas de saúde do Norte de Minas. Nesta semana, o SAMU Macro Norte recebeu protetores faciais produzidos pelo Ser(tão) Solidário em impressoras 3D. 

Representante da entidade, a engenheira clínica Erlane Sandra Mota conta que o grupo Ser(tão) Solidário também produz outros equipamentos de proteção individual para doação a instituições de que prestam serviços de saúde e realiza manutenção em respiradores hospitalares artificiais através de diversos colaboradores espalhados pelo Norte de Minas.

Ubiratam Corrêa, coordenador do Núcleo de Educação Permanente do SAMU, destaca a importância da rede de voluntariado, uma vez que materiais como equipamentos de proteção individual estão sendo muito procurados não apenas no Brasil ou no Norte de Minas, mas em todo o mundo de maneira simultânea.

A diretora executiva do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun), Kely Cristina de Moura Lacerda, agradece às instituições, que acreditaram no trabalho desenvolvido pelo SAMU, pelas doações que serão utilizadas no atendimento da população do Norte de Minas.

Além da doação do Ser(tão) Solidário, a empresa Sada Bioenergia, que está instalada no município de Jaíba e é subsidiária da Sada, que é conhecida por suas atividades de transporte de cargas, também se sensibilizou e contribuiu doando 200 litros de álcool 70% ao SAMU.

Por Jane Felix
Assessora de Comunicação
SAMU Macro Norte
Contato: (38) 9 9944-0311
ascom@cisrun.saude.mg.gov.br

Perfis do SAMU: Da depressão ao sonho realizado; técnico em enfermagem de Montes Claros conta a sua história

Giltoelio Fernandes de Queiroz Júnior, tem 32 anos, é casado, tem uma filha de cinco anos e é natural de Montes Claros. Ele se formou em técnico de enfermagem e trabalha a mais de um ano no SAMU de Itacambira, prestando serviço de qualidade para a população.

Antes do Gitoelio trabalhar no SAMU, ele teve uma ampla experiência trabalhando em dois hospitais durante quase nove anos em Montes Claros, onde exerceu a função na área de oncologia, cardiologia e semi intensivo.

Devido ao acúmulo de trabalho, uma forte depressão pegou o pegou, então ele teve que se afastar para fazer o tratamento necessário e acabou ficando desempregado por volta de um ano e oito meses.

“Eu convivi por muito tempo vendo casos gravíssimos nos hospitais, situações sem solução, muita tristeza e eu trabalhava muito, meu psicológico não aguentou, eu travei em uma crise de ansiedade e quando descobri já estava em uma profunda depressão, mas de imediato comecei o tratamento”, conta ele.

Para não ficar parado, ele fez alguns cursos para se atualizar na área, entregou muitos currículos no SAMU, ia lá constantemente atrás de uma resposta, pois era o seu sonho trabalhar lá, e com muita insistência conseguiu ser chamado para fazer um processo seletivo onde foi aprovado em todas as etapas e hoje faz parte da instituição.

“Ouvi muito não, mas nunca desistir, Deus me presenteou, consegui me curar da depressão e hoje trabalho nesta grande entidade. Só tenho que agradecer a gestora do órgão, Kely Cristina e a Josianne Fernanda Carvalho Mendes, gerente do Recursos Humanos por terem me dado esta oportunidade de fazer um processo seletivo e por terem me recebido muito bem quando procurei-as, sou grato por tudo e não posso deixar de agradecer também a minha coordenadora de enfermagem, a Larissa Lopes e a assistente administrativa, Geovanessa Cardoso que colocaram o meu autoestima lá em cima, são muito humildes, prestativas e sempre acreditam em tudo que eu quero fazer para melhorar a minha base”, disse.

O Giltoelio disse ainda que trabalhar no SAMU não é simplesmente colocar uma farda e uma bota, é realmente dar muito suor, dar uma palavra de apoio para as vítimas e familiares, porque às vezes o que eles precisam é só de ouvir algo que os conforte.

“Passamos por chuvas, lamas, situações perigosas, mas nada supera o prazer de ajudar uma vítima. Eu admiro muito todo o tipo de resgate, mas eu tenho um amor muito grande pelo SAMU, vestir essa farda tem um peso muito grande, é gratificante demais fazer parte desta equipe. Nunca me esqueço do coordenador do NEP, o Ubiratam Lopes, ele sempre falava que tínhamos que ter uma postura e uma conduta de ética, nunca misturar política e religião com o serviço, ter muita educação com cada paciente, e é o que eu sigo. Ubiratam é um homem muito sábio, sempre me deu muita força nos treinamentos”, finaliza.

Texto feito por Letícia Fernandes

Suporte Aéreo do SAMU faz transferência de recém-nascido de Janaúba para a Santa Casa de Montes Claros

O Suporte Aéreo Avançado de Vida do SAMU, fez a transferência de uma recém-nascida prematura de sete meses de Janaúba com apoio da Unidade de Suporte Avançado da cidade para a Santa Casa de Montes Claros, nesse sábado (28).

A criança  nasceu com algumas deficiências, como atresia de esôfago e ânus imperfurado. Ela não precisou ser entubada, respirava pelo ar ambiente.

O enfermeiro do SAMU de Montes Claros que trabalhou na ocorrência, o Adriano Vieira da Silva, disse que a bebê precisava passar por uma cirurgia e a transferência foi feita devido a prematuridade e baixo peso da criança que era de 1,400 Kg.

“O transporte é feito em incubadora para manter o controle da temperatura do RN, que corre o risco de hipotermia. Evitamos movimentos bruscos de aceleração e desaceleração devido ao risco de hemorragias intracranianas. Avaliamos alterações de saturação de oxigênio para fazer as devidas correções.  Estamos sempre atentos para a necessidade de aspiração de vias aéreas devido a refluxo”, explica o enfermeiro.

A enfermeira do SAMU de Janaúba que também trabalhou na ocorrência, a Keith Veloso, disse que a situação é muito delicada nestes casos e que o transporte estabiliza muito o RN, por isso a necessidade da equipe está bem treinada e qualificada.

“Eu em específico me especializei em pediatria e neonatologia justamente pelo dinamismo das ocorrências do SAMU , hoje tenho certeza que prestamos muito mais do que um atendimento, requer muito mais da equipe, é habilidade e treinamento.  Temos um olhar humanizado e o resultado é que a resolubilidade do transporte e assistência ao RN é extremamente gratificante, o RN sempre acaba levando um pedacinho dos nossos conhecimentos e nós ficamos com amor gratificante interior que é difícil mensurar”, conta a Keith.

Texto feito por Letícia Fernandes

Perfis do SAMU: Técnica em Enfermagem de Coração de Jesus conta a sua história de superação de vida

Adna Millene Alves Silva, de 34 anos, nasceu e foi criada na zona rural de Coração de Jesus. Filha de Alair Alves Silva e José Pereira da Silva, irmã de cinco, não teve uma vida fácil, passou por muitas dificuldades até chegar onde chegou.

Logo na sua juventude, aos 14 anos, Adna foi morar de favor em Montes Claros para concluir o ensino médio, mas não teve condições de entrar em uma faculdade e nem de fazer um curso técnico para se profissionalizar.

Em 2002 seu pai foi para o Suriname a trabalho pensando na melhoria de sua família. Depois de três anos voltou e montou um restaurante pequeno onde a Adna foi trabalhar.

“O retorno era muito pouco, eu tinha 19 anos na época, me estressei demais e neste tempo acabei engravidando de um relacionamento imaturo. Meus pais não me apoiaram, me vi sozinha, fui embora para São Paulo morar na casa de uma tia, mas a situação só piorava para meu lado. Quando ganhei bebê entrei em depressão pós parto, em menos de dois meses o meu leite secou, a criança chorava de fome, até ganhei leite, mas não foi o suficiente e minha filha acabou ficando internada. Quando estava no hospital minha mãe soube e foi nos visitar e disse que ficaria com minha filha até eu conseguir arrumar a minha vida”, conta ela.

Adna com muita persistência conseguiu um emprego na cidade e disse que sempre que pegava ônibus para voltar para casa, no trânsito parado ouvia as ambulâncias passando com sirene ligada e olhava pela janela chorando aflita por ver a dificuldade dos socorristas para se locomoverem.

Quando tirou férias do seu serviço, foi visitar sua filha, e viu que a sua mãe estava mal. Ela precisava tomar uma injeção e não tinha quem aplicasse, ela mesma teve que furar a sua própria perna e acabou machucando o local, ela chorou por dias de dor e deixou um hematoma horrível.

“Eu fiquei pensando que se eu soubesse aplicar, ela não estaria passando por isso, então quando voltei para São Paulo decidi fazer o curso técnico. Assim que concluí saiu um concurso para a prefeitura de São João do Pacuí, cidade bem próxima da minha mãe e filha, tentei e consegui, depois de um ano já trabalhando, saiu o concurso do SAMU com vagas em Coração de Jesus, não pensei duas vezes, tentei e fiquei entre os primeiros colocados e trabalho nos dois empregos até hoje. Com quase sete anos no SAMU, sou técnica em enfermagem, estabilizei minha vida, minha filha mora comigo e até consigo ajudar a minha família”, explicou ela.

Hoje a Adna é casada, além de trabalhar nos dois empregos, é também dona do seu próprio negócio, ela juntamente com seu esposo tem um açougue. Sua filha já tem doze anos e ela teve outro filho que tem dois aninhos. Ela disse que sempre que está de plantão e sai para ocorrência procura fazer e oferecer o melhor dela.
“Amo o que faço, tenho muitas oportunidades de está sempre me capacitando em minha área para melhor atender a população. Tem uma frase que um professor disse no curso técnico que eu nunca me esqueço, ele disse que ao exercermos nossas funções, para darmos o melhor de nós, pois escolhemos está ali e pagamos por isso, já os pacientes não”. Finalizou ela.

Texto: Letícia Fernandes

SAMU adota novos procedimentos contra o coronavírus

Visando a segurança tanto da equipe de socorristas, como do paciente, os atendimentos realizados pelo SAMU Macro Norte em que há suspeita de contaminação pelo Covid-19, estão sendo realizados de forma rigorosa. Assim, que houve o primeiro caso no Brasil, o Núcleo de Educação Permanente (NEP) do SAMU iniciou a produção de um novo protocolo baseado em recomendações do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, entre outros, para quando o Norte de Minas fosse afetado, a instituição estivesse preparada para lidar com esse novo tipo de ocorrência.

Para realizar o atendimento, os profissionais têm passado por treinamentos de forma presencial para as equipes de Montes Claros. Para as bases descentralizadas, os treinamentos são disponibilizados de forma online, por não haver tempo hábil para visitar as 41 bases descentralizadas do SAMU Macro Norte. O método, que tem sido adotado para casos suspeitos, será o mesmo para quando algum caso for confirmado.

As solicitações de atendimento continuarão chegando via 192, momento em que o solicitante será avaliado por telefone pela Regulação Médica, que classificará o paciente como caso suspeito ou não de coronavírus. Diante de um caso com sintomas leves, a recomendação será de isolamento, medidas de biosegurança sendo que o solicitante deverá informar a vigilância epidemiológica do Município sobre a suspeita.

Em casos graves, o médico entrará em contato com a Central de Regulação de Leitos para que a vaga para o paciente seja liberada. Imediatamente, a equipe de intervenção designada para atender vítimas com suspeita será acionada para iniciar a paramentação e a unidade hospitalar será comunicada para se preparar para receber a vítima. Dessa forma, o paciente é removido e encaminhado para o hospital, onde receberá os cuidados médicos.

Para o atendimento desses casos, as equipes estarão trajados com macacões para risco químico e biológico ou avental, óculos de proteção, luvas de procedimento e máscaras N95. A paramentação bem como a desparamentação também são realizadas de forma rigorosa. Os infectados pelo novo coronavírus e acompanhantes também utilizarão máscaras cirúrgicas desde o momento em que for identificado na triagem até sua chegada ao local de destino.

Outras medidas adotadas foram envelopar a ambulância e garantir que a ventilação do veículo para aumentar a troca de ar durante o transporte. A transferência ocorrerá de forma mais breve possível. Após o término de cada atendimento, a ambulância é higienizada e desinfectada, conforme o protocolo de limpeza do SAMU Macro Norte, para que novos atendimentos sejam feitos com segurança.

A diretora executiva do Consórcio Intermunicipal da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun), Kely Cristina de Moura Lacerda, lembra que o coronavírus é uma pandemia mundial e que a atitude da população é primordial para que a doença seja controlada na região. “Lavar as mãos com água e sabão – frequentemente – e permanecer em casa são algumas das maneiras de evitar o contágio”, explica.

Por Jane Felix
Assessora de Comunicação
SAMU Macro Norte
Contato: (38) 9 9944-0311
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Transferência Aérea; médico da Santa Casa elogia o atendimento do SAMU

O final de semana também foi movimentado em São Francisco. O SAMU fez a transferência de um menino de um ano, vítima de afogamento, do Hospital de São Francisco para a Santa Casa de Montes Claros, na tarde dessa sábado (21).

A criança teve uma parada cardiorrespiratória e precisou ser entubado. Ele foi transferido pelo Suporte Aéreo Avançado de Vida para Montes Claros, com apoio da Unidade de Suporte Avançado do SAMU de Brasília de Minas.

O médico plantonista da pediatria da Santa Casa que recebeu a criança parabenizou a equipe do SAMU pelos primeiros atendimentos realizados na criança.

“Foi excepcional o trabalho da equipe de assistência à criança com afogamento, foi muito bem conduzido e transportado, com um bom prognóstico”, disse o médico.

Texto: Letícia Fernandes

SAMU atende com êxito grave acidente debaixo de chuva na BR-365, em Pirapora

Na madrugada deste domingo (22), a equipe do SAMU Macro Norte, atendeu um chamado de uma colisão entre um caminhão, carregado de repolho, e um micro-ônibus que deixaram 11 mortos e 17 feridos na BR-365, em Pirapora.

Unidades de Suporte Avançado e Suporte Básico do SAMU de Pirapora, Montes Claros, Várzea da Palma e Ibiaí prestaram socorro às vítimas e as encaminharam para o hospital de Pirapora.

Segundo o condutor socorrista do SAMU de Pirapora, Rogério Costa, que atuou na ocorrência, todas as vítimas fatais estavam no micro-ônibus e que um homem de 27 anos estava em estado grave, com traumatismo craniano, e precisou ser levado para a Santa Casa de Montes Claros.

“Foi muito difícil o resgate, a maioria dos passageiros estavam encarcerados, muitas pessoas com fraturas expostas, traumatismo craniano e a chuva caía intensamente, dificultando um pouco o nosso trabalho. Mas com muito empenho e dedicação conseguimos realizar o nosso trabalho com precisão!”, falou o socorrista,

Texto: Letícia Fernandes

SAMU adota procedimentos para prevenção e atendimento ao coronavírus

Com o objetivo de reduzir os efeitos da pandemia Covid-19, o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas – Cisrun/SAMU Macro Norte tem tomado medidas importantes para assegurar a segurança tanto da população como dos próprios colaboradores da instituição, além de um atendimento adequado à possíveis vítimas infectadas pelo coronavírus.

No início de março, o Núcleo de Educação Permanente (NEP) do SAMU Macro Norte realizou uma capacitação com os colabores com orientações de um infectologista sobre a nova doença. Na tarde dessa terça-feira (17), a coordenadora médica e o coordenador do NEP participaram de uma reunião com representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, em Montes Claros, para criar um plano de contingência a fim de dimensionar os recursos e a infraestrutura, caso haja uma possível situação de emergência pública.

Já na manhã dessa quarta-feira (18), as coordenações do Cisrun/SAMU se reuniram para a criação de uma portaria com medidas temporárias e emergenciais para a prevenção do contágio seguindo recomendações da Organização Mundial da Saúde e levando em consideração que o órgão faz a gestação do SAMU.

Entre as medidas tomadas, está a suspensão temporária do Curso de Formação Inicial dos aprovados do concurso público da instituição e as atividades acadêmicas, como estágios e pesquisas, nas dependências do SAMU. Os funcionários deverão manter uma distância mínima entre os colegas durante refeições e momentos de descanso e está proibida a entrada de terceiros no Complexo Regulador do SAMU, nas bases descentralizadas e na sede administrativa do Cisrun. As Fichas de Atendimento Pré-Hospitalar, por sua vez, deverão ser solicitadas exclusivamente pelo telefone (38) 2211-0000 ou pelo e-mail estatistica@cisrun.saude.mg.gov.br, devendo ser retiradas na portaria do Complexo Regulador, em Montes Claros.

Segundo a diretora executiva do Cisrun, Kely Cristina de Moura Lacerda, também foi disponibilizado, no site do Cisrun, o protocolo “Manejo do Covid-19” com informações sobre as condutas que os profissionais socorristas do SAMU devem tomar, desde a solicitação via 192, passando pelo manejo clínico e transporte do paciente para a unidade hospitalar. “O documento conta com informações importantes de biossegurança tanto para a vítima como para a equipe, além de orientações importantes para a desinfecção dos materiais utilizados e da ambulância”, conta.

O presidente do Cisrun, Silvanei Batista dos Santos, por sua vez, lembra que o coronavírus é uma enfermidade epidêmica amplamente disseminada em todo o mundo e que os órgãos do poder público, e não só aqueles do setor da saúde, estão tomando as atitudes necessárias para reduzir os danos em nosso país. O SAMU, por exemplo, está adquirindo equipamentos de proteção individual como máscaras do tipo N95, macacões especiais, óculos de proteção, pulverizadores e luvas de PVC que podem evitar o contágio tanto de profissionais do SAMU como da população.

Por Jane Felix
Assessora de Comunicação
SAMU Macro Norte
Contato: (38) 9 9944-0311
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